O Brasil através da ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) junta-se a países como França, Austrália, Bélgica, Holanda, Alemanha, Itália, Reino Unido, Suíça e Portugal no banimento de apostas em eventos.
Nos EUA, o setor regulamentado permite que se possa lucrar com informação privilegiada em diversos tipos de apostas, incluindo desastres, tragédias e milhares de outras categorias. A prática é considerada danosa e incentiva a má fé nas gestões que possam estar envolvidas com as partes que seriam beneficiadas pela aposta.
Com o bloqueio, a Polymarket, Kalshi (que tinha parceria com a XP e B3) e mais 25 plataformas de apostas em eventos deixam de operar no Brasil.
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