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8 de agosto de 2016

A Necessidade de Acordos Comerciais entre EUA e União Europeia

Mariana Branco – Repórter da Agência Brasil
Os Estados Unidos e a União Europeia são considerados os parceiros mais atrativos para acordos comerciais, de acordo com a maioria dos empresários brasileiros que trabalham com exportações.

A informação está na pesquisa Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV). O estudo ouviu 847 empresas de pequeno, médio e grande portes das cinco regiões do país.

Questionados sobre países com os quais seria desejável fazer acordos comerciais, 23,9% mencionaram os Estados Unidos, 6,8% a China, 3,7% o México e 3% a Argentina. No caso de blocos econômicos, 16,1% citaram a União Europeia, 3,9% o Mercosul e 2,8% o Nafta (em português, Acordo Norte-Americano de Livre Comércio, abrangendo os EUA, México e Canadá).

O consultor Welber Barral, da Barral M Jorge Consultores Associados, explica que, apesar de importante, o Mercosul é visto como um bloco problemático. “Há muita crítica ao Mercosul que, de fato, agora está atravessando um momento ruim. O bloco é lento para tomar algumas decisões, mas é quem compra a maior parte dos manufaturados brasileiros”, diz. Crise institucional

publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0
Agência EBC

11 de setembro de 2014

Obama anuncia plano de destruição do grupo terrorista Estado Islâmico


Últimas: EUA admite poder enviar tropas para combater Estado Islâmico

WASHINGTON - Seis anos depois de andar no escritório em uma mensagem de acabar com a guerra no Iraque, o presidente Barack Obama está terminando seu tempo na Casa Branca, defendendo uma ação militar naquela nação.
 


Não pode ser uma posição que ele pensou que ele iria acabar levando.

Apenas no ano passado, o presidente fez um discurso na Universidade de Defesa Nacional divulgando seu sucesso no fim da Guerra do Iraque e trazendo mais de 150 mil soldados norte-americanos em casa. Ele falou de uma nova era de abertura e liberdade, e seu desejo de levar os EUA longe do "perpétuo de guerra."  

Ele ainda anunciou planos para revogar a autorização de 2001 a usar a força militar, ou AUMF, o mandato, o que dá ao presidente a autoridade para fazer a guerra contra os responsáveis ​​pelos ataques de 11 de setembro de grande alcance. 

Hoje, esse plano parece ser em espera indefinidamente. O presidente anunciou na quarta-feira que vai apoiar o AUMF para expandir a ação militar contra o Estado islâmico (ou ISIL) no Iraque e começar novas operações contra o grupo na Síria. 

Ele deu alguns detalhes sobre quanto tempo - ou como ampla - o esforço militar dos EUA pode ser. Em vez disso, ele prometeu direcionar os militantes Estado islâmico com ataques aéreos "onde quer que eles existem" e referidos ISIL como "um câncer" que deve ser destruído.

Traduzido do Huffington Post



Na web:

Obama anuncia ataques aéreos contra Estado Islâmico na Síria

Obama anuncia planos de coalizão para 'destruir' Estado Islâmico 





19 de janeiro de 2012

Obama ordena aumento do número de vistos para Brasil e China

O presidente Barack Obama no seu discurso sobre turismo, nesta quinta (19), durante visita à Disney World, na Flórida (Foto: Haraz N. Ghanbari / AP
Os Estados Unidos devem aumentar a capacidade de processamento de vistos para Brasil e China em 40% nos próximos 12 meses, ordenou nesta quinta-feira (19) o presidente Barack Obama, como parte de um pacote de estímulo turístico para seu país, anunciado na Disney World, na Flórida.

A ordem executiva divulgada pela Casa Branca pediu aos ministérios envolvidos para que preparem um plano em 60 dias que assegure que "80% das solicitações de vistos sejam atendidas em até três semanas" nesses dois países, salvo exceções que envolvam a segurança do país.

As pessoas querem vir aqui. E China e Brasil são dois dos países com o maior acúmulo [de pedidos de vistos]. Então isso é o que estamos fazendo - dizendo ao mundo que a América está aberta aos negócios", discursou o presidente, segundo o jornal "Chicago Tribune".

Os requisitos para os turistas e homens de negócios estrangeiros têm sido motivo de queixas por parte de alguns países emergentes, que não pertencem ao chamado programa de isenção de vistos, o qual beneficia a maioria dos países europeus e as nações ricas e aliadas dos Estados Unidos.

Altos funcionários diplomáticos já anunciaram em novembro que aumentarão o número de funcionários nas embaixadas de Brasil e China devido a grande demanda de vistos.

Dos 820.000 brasileiros que pediram permissão para viajar aos Estados Unidos entre outubro de 2010 e setembro de 2011 (ano fiscal americano), 791.000 a obtiveram.
A demanda superou em 40% a cifra do ano anterior.

Os Estados Unidos concederam 885.000 visas a chineses, ante mais de um milhão de solicitações durante o mesmo período, num aumento de demanda de 34%.

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